Úlcera por pressão
Assistência domiciliar
Acta Paulista de Enfermagem, vol. 23, nº1, São Paulo 201o, Úlcera por pressão em pacientes sob assistência domiciliar, Emília Maria Paulina Campos Chayamiti e Maria Helema Larcher Calixi.
Mostraram que 63,8% dos pacientes analisados apresentavam doenças do sistema circulatório, doenças do sistema nervoso e distúrbios degenerativos como Alzheimer e Parkinson.
Observaram que para a maior parte dos pacientes (48,9%) o fator que causou a restrição da mobilidade foi a própria doença.
Apresentaram que as medidas para redução de carga mecânica, que causa excesso de pressão nos tecidos, são: mudança de decúbito, descompressão isquiática, uso do lençol móvel, movimentação por duas pessoas, uso de almofadas nos calcâneos, e uso de almofadas na cadeira.
Nesse contexto, a família é fonte de apoio informal aos idosos, onde os membros se ajudam em busca de alcançar o bem estar coletivo.
A diminuição da mobilidade está associada à redução da capacidade funcional das pessoas para a realização das atividades de vida diária, o que gera grande impacto. O longo tempo de imobiliização leva à síndrome do desuso, com implicações para os diversos sistemas corporais.
O envelhecimento também afeta todos os estágios da cicatrização, que interfere no processo de reparação tecidual.
Analisaram que para determinar a adequação do plano de tratamento para as UPP, é necessário que as lesões sejam monitoradas a cada troca de curativo,e reavaliadas, incluindo sua mensuração.
Preconiza-se que uma UPP, sem presença de infecção, com suprimento sanguíneo e tratamento adequado, deva apresentar sinais de cicatrização entre 2 e 4 semanas. Para pacientes em que a cicatrização não é possivel o tratamento deve prevenir a infecção e a futura deteriorização da lesão, proporcionando conforto de forma a manter a qualidade de vida.
Os resultados mostraram que os pacientes restritos a cadeiras e acamados são na maioria idosos, com diminuição da capacidade funcional, dependendo assim de cuidadores. Diante disso identificou-se a necessidade de intervenção educativa, de forma que este problema seja evitado ou amenizado.
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sábado, 8 de maio de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Tecido adiposo, papel centtral no controle da glicemia.
O tecido adiposo, formado por células que armazenam gorduras, é mais do que apenas um excesso de bagagem. É o que revelam pesquisas recentes, segundo as quais as células adiposas liberam vários compostos que regulam a ação da insulina, hormônio que promove a redução dos níveis sanguineos de glicose. Descobriu-se também que a captação da glicose e o metabolismo desta no tecido adiposo exercem importante papel na manutenção da concentração adequada desse açucar no organismo. Tais achados sugerem que esse tecido atua como um órgãodo sistema endócrino(responsável pela produção de hormônios), comunicando-se com os demais tecidos para evitar desequilibrios no teor de glicose. O maior conhecimento sobre esse mecanismo pode ajudar a encontrar novas formas de combater o diabetese outras doenças associadas à obesidade.
Fonte: Revista Ciência Hoje. vol 40, n° 238. pp 30-36
Células-tronco: cura para muitos males.
No Brasil, estão sendo testadas em várias patologias, desde problemas de coração a diabetes.
Segundo Luis Fernando Bouzas,a medula funciona como uma fábrica de células, se ocoreem defeitos na produção, o individuo manifesta doenças e pode precisar de um transplante.
Estão sendo testadas na cura de leucemia, anemia, cardiopatias, insuficiência cardíaca,e diabetes tipo I.
O principal risco de aplicação na ausência de controle da diferenciação celular é a formação de tumores.
Fonte: Revista CiÊncia Hoje, vol 40 , n° 238, pp 38-42.
Segundo Luis Fernando Bouzas,a medula funciona como uma fábrica de células, se ocoreem defeitos na produção, o individuo manifesta doenças e pode precisar de um transplante.
Estão sendo testadas na cura de leucemia, anemia, cardiopatias, insuficiência cardíaca,e diabetes tipo I.
O principal risco de aplicação na ausência de controle da diferenciação celular é a formação de tumores.
Fonte: Revista CiÊncia Hoje, vol 40 , n° 238, pp 38-42.
Diagnóstico invasivo de tumores
Emprega laser de baixa intensidade para verificar a composição química de um tecido, pode ser o futuro para o tratamento de câncer. Segundo MArtin, essa técnica, além de fornecer um rápido diagnóstico, pode diminuir o impacto da cirurgia, já que é capaz de identificar as bordas da lesão, permitindo ao médico retirar apenas o tecido comprometido.
Fonte: Revista Ciência Hoje, vol 40, n° 238, pp 56-57.
Fonte: Revista Ciência Hoje, vol 40, n° 238, pp 56-57.
Defesa natural contra HIV
A VIRIP(peptídeo inibidor de vírus), "gruda" na gp41, uma proteína da capa do HIV fundamental para que o vírus"aporte" na célula que posteriormente pode infectar. Ao se unir à gp41, ela impede que esse mecanismo ocorra, evitando assim,a infecção. Não se sabe qual a função da VIRIP no corpo humano, oa autores sugerem verificar se pessoas naturalmente resistentes à AIDS poderiam ter altos níveis desse peptídeo.
FONTE: Cell, v.129, pp.263-275, 2007. Ciência Hoje vol.40, n°238, pp 13.
FONTE: Cell, v.129, pp.263-275, 2007. Ciência Hoje vol.40, n°238, pp 13.
Até que idade uma pessoa pode crescer e até quando pode se submeter a um tratamento de crescimento?

Isso varia de acordo com a maturação do esqueleto, o que ocorre no final da puberdade. Apenas com avaliação da idade óssea das placas de crescimento nos ossos e estatura e comprimento é que pode-se fazer uma previsão da estatura final.
O tratamento não deve ter o objetivo de alcançar uma estatura maior por desejo, devido aos riscos de efeitos colaterais dos hormônios usados para esse fim.
Fonte: Revista Ciência Hoje, vol. 40, n° 238, pp 5, Arnaldo Hernandez
Ponte de safena
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COMO É FEITA A LIGAÇÃO DOS VASOS SANGUINEOS EM CIRURGIAS COMO A PONTE SAFENA E COMO SE DÁ A TRANSFERÊNCIA DOS VASOS DE CERTA PARTE DO CORPO PARA O CORAÇÃO??
A cirurgia de revascularização do miocárdio como a ponte de safena desvia o sangue da aorta,para um ponto posterior à obstrução na coronaria afetada. A veia safena pode ser retirada das pernas,mas hoje se utiliza mais artérias do que veias, como as torácicas e radiais do braço, As mamárias são ligadas diretamente à coronária lesada, sem conexão com a aorta. As veias safenas, servem de ponte entre artéria obstruída e aorta ou mamária.
Fonte: Revista Ciência Hoje, vol. 40, n° 238, pág 5. Pablo M. Alberto Pomerantzelf
sábado, 1 de maio de 2010
Especialistas explicam o que pensam e como agem os psicopatas
De acordo com estudiosos do tema, 30% das pessoas são psicopatas.
Elas costumam transgredir regras, ser agressivas e de humor inconstante.
Quando vemos cenas de violência, nosso corpo reage. O coração acelera, a pele transpira, sentimos um frio na barriga. São essas sensações que nos diferenciam dos psicopatas. O cérebro deles não apresenta alterações estruturais, mas funciona de forma diferente. Para o professor de neurologia Benito Damasceno, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é possível dimensionar falhas em uma região do cérebro considerada um marcador corporal da emoção.
“Pode existir uma falha na transmissão química entre os neurônios, uma falha da atividade elétrica dos neurônios. Esse indivíduo tem uma linguagem normal, uma memória normal, raciocínio lógico normal. O problema é que ele viola as normas morais e sociais”, afirma. Os cientistas ainda não descobriram o que causa essa deficiência no funcionamento cerebral.
O ser humano nasce ou não com uma tendência biológica a psicopatia, mas o que define se ela vai se manifestar, e em que grau, é o tipo de criação. A estrutura da nossa personalidade é formada até os 8, 10 anos de idade, principalmente. Nessa fase, a criança precisa se sentir amada, protegida e, acima de tudo, receber limites e aprender a seguir regras.
“Pais que não colocam limites nos filhos, que deixam os filhos fazerem tudo o que querem, que vêem a criança destruindo objetos e não se importam, esses pais estão criando futuros psicopatas”, afirma a psicóloga Maria de Fátima dos Santos. Por 20 anos, a psicóloga trabalhou no sistema prisional e avaliou criminosos que haviam cometido estupros e assassinatos em série.
Segundo ela, 95% deles são psicopatas e a grande maioria sofreu violência na infância. “É porque ele teve lá na infância alguma coisa que o fez se tornar insensível”, diz ela. De acordo com os especialistas, 30% das pessoas são psicopatas. Gente que transgride regras, costuma ser agressiva, de humor inconstante e tem dificuldade para controlar seus impulsos.
Fonte: g1.globo.com
Elas costumam transgredir regras, ser agressivas e de humor inconstante.
Quando vemos cenas de violência, nosso corpo reage. O coração acelera, a pele transpira, sentimos um frio na barriga. São essas sensações que nos diferenciam dos psicopatas. O cérebro deles não apresenta alterações estruturais, mas funciona de forma diferente. Para o professor de neurologia Benito Damasceno, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é possível dimensionar falhas em uma região do cérebro considerada um marcador corporal da emoção.
“Pode existir uma falha na transmissão química entre os neurônios, uma falha da atividade elétrica dos neurônios. Esse indivíduo tem uma linguagem normal, uma memória normal, raciocínio lógico normal. O problema é que ele viola as normas morais e sociais”, afirma. Os cientistas ainda não descobriram o que causa essa deficiência no funcionamento cerebral.
O ser humano nasce ou não com uma tendência biológica a psicopatia, mas o que define se ela vai se manifestar, e em que grau, é o tipo de criação. A estrutura da nossa personalidade é formada até os 8, 10 anos de idade, principalmente. Nessa fase, a criança precisa se sentir amada, protegida e, acima de tudo, receber limites e aprender a seguir regras.
“Pais que não colocam limites nos filhos, que deixam os filhos fazerem tudo o que querem, que vêem a criança destruindo objetos e não se importam, esses pais estão criando futuros psicopatas”, afirma a psicóloga Maria de Fátima dos Santos. Por 20 anos, a psicóloga trabalhou no sistema prisional e avaliou criminosos que haviam cometido estupros e assassinatos em série.
Segundo ela, 95% deles são psicopatas e a grande maioria sofreu violência na infância. “É porque ele teve lá na infância alguma coisa que o fez se tornar insensível”, diz ela. De acordo com os especialistas, 30% das pessoas são psicopatas. Gente que transgride regras, costuma ser agressiva, de humor inconstante e tem dificuldade para controlar seus impulsos.
Fonte: g1.globo.com
Chocolate pode ser bom remédio para doentes hepáticos, diz estudo
Alimento combateu aumento da pressão arterial no abdome.
Experiência mostra, porém, que apenas o chocolate amargo tem esse efeito
O chocolate amargo, rico em cacau, poderá no futuro ser prescrito às pessoas com cirrose hepática, seguindo a mais recente pesquisa para demonstrar os possíveis benefícios do chocolate à saúde.
Pesquisadores espanhóis disseram nesta quinta-feira (15) que comer chocolate amargo combateu o habitual aumento da pressão arterial no abdome, capaz de atingir níveis perigosos em pacientes com cirrose e, em diversos casos, levar ao rompimento de vasos sanguíneos.
Estudo feito com 21 pacientes mostrou que quem comeu chocolate amargo com 85% de cacau apresentou menos pressão arterial no fígado em relação aos que comeram chocolate branco. (Foto: John Loo/Flickr - Creative Commons by 2.0)
Acredita-se que os antioxidantes chamados flavonóis encontrados no cacau sejam o motivo pelo qual o chocolate é bom para a pressão arterial porque essas substâncias químicas ajudam a relaxar e a aumentar as células do músculo liso dos vasos sanguíneos.
Um estudo com 21 pacientes com doença hepática terminal verificou que os que recebiam uma refeição contendo chocolate amargo com 85 por cento de cacau apresentavam marcadamente menor pressão arterial no fígado –- a chamada hipertensão portal -- em relação aos os que recebiam chocolate branco.
"Esse estudo mostra uma associação clara entre comer chocolate amargo e hipertensão portal (menor) e demonstra a importância potencial de melhorias no controle de pacientes cirróticos", disse Mark Thursz, professor de hepatologia no Imperial College, de Londres.
Os resultados foram apresentados no encontro anual da Associação Europeia para o Estudo do Fígado em Viena e seguem-se a uma série de estudos científicos sugerindo que o chocolate amargo também promove a saúde do coração.
Cirrose é a cicatrização do fígado resultante de uma lesão no longo prazo. Ela é causada por diversos fatores, incluindo hepatite e abuso de álcool.
Fonte: g1.globo.com
Experiência mostra, porém, que apenas o chocolate amargo tem esse efeito
O chocolate amargo, rico em cacau, poderá no futuro ser prescrito às pessoas com cirrose hepática, seguindo a mais recente pesquisa para demonstrar os possíveis benefícios do chocolate à saúde.
Pesquisadores espanhóis disseram nesta quinta-feira (15) que comer chocolate amargo combateu o habitual aumento da pressão arterial no abdome, capaz de atingir níveis perigosos em pacientes com cirrose e, em diversos casos, levar ao rompimento de vasos sanguíneos.
Estudo feito com 21 pacientes mostrou que quem comeu chocolate amargo com 85% de cacau apresentou menos pressão arterial no fígado em relação aos que comeram chocolate branco. (Foto: John Loo/Flickr - Creative Commons by 2.0)
Acredita-se que os antioxidantes chamados flavonóis encontrados no cacau sejam o motivo pelo qual o chocolate é bom para a pressão arterial porque essas substâncias químicas ajudam a relaxar e a aumentar as células do músculo liso dos vasos sanguíneos.
Um estudo com 21 pacientes com doença hepática terminal verificou que os que recebiam uma refeição contendo chocolate amargo com 85 por cento de cacau apresentavam marcadamente menor pressão arterial no fígado –- a chamada hipertensão portal -- em relação aos os que recebiam chocolate branco.
"Esse estudo mostra uma associação clara entre comer chocolate amargo e hipertensão portal (menor) e demonstra a importância potencial de melhorias no controle de pacientes cirróticos", disse Mark Thursz, professor de hepatologia no Imperial College, de Londres.
Os resultados foram apresentados no encontro anual da Associação Europeia para o Estudo do Fígado em Viena e seguem-se a uma série de estudos científicos sugerindo que o chocolate amargo também promove a saúde do coração.
Cirrose é a cicatrização do fígado resultante de uma lesão no longo prazo. Ela é causada por diversos fatores, incluindo hepatite e abuso de álcool.
Fonte: g1.globo.com
Conheça os benefícios do sexo (seguro) para seu organismo.
Na última segunda-feira (26), durante evento para lembrar o Dia Mundial de Combate à Hipertensão, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, recomendou o sexo seguro como forma de controle da doença. Mas o sexo também ajuda a evitar outros males, como o câncer de próstata, a depressão e a gripe. O G1 conversou com o sexologista João Borzino, que apontou os benefícios do sexo para a saúde.
“O sexo faz bem para o corpo todo. Ele melhora o funcionamento do nosso sistema de defesa, deixa a pele mais bonita, faz a gente dormir melhor”, explica Borzino. “Além disso, é um exercício físico: ele queima calorias, tonifica os músculos, controla o colesterol”, explica.
Fonte: g1.globo.com
“O sexo faz bem para o corpo todo. Ele melhora o funcionamento do nosso sistema de defesa, deixa a pele mais bonita, faz a gente dormir melhor”, explica Borzino. “Além disso, é um exercício físico: ele queima calorias, tonifica os músculos, controla o colesterol”, explica.
Fonte: g1.globo.com
Cientistas americanos aceleram cicatrização de fraturas
Segredo é proteína que intensifica ação de células-tronco.
Resultados foram obtidos em ratos.
Cientistas da Universidade de Stanford, na Califórnia, conseguiram acelerar o processo de cicatrização de fraturas com a ajuda de células-tronco. E o melhor: praticamente sem marcas. Mas por enquanto o procedimento só foi testado em ratos.
As células-tronco que estão presentes nos ossos são responsáveis pelo nosso desenvolvimento, nos ajudam a crescer. Essas mesmas células nos auxiliam também na regeneração dos ossos, quando sofremos alguma fratura. Só que elas têm um ritmo próprio e precisam de tempo para fazer tudo isso.
Os pesquisadores pegaram animais com fraturas na tíbia e injetaram uma proteína isolada por eles em laboratórios, a “wint”. Ela aumentou o trabalho das células-tronco. Um dia depois, já deu para ver os resultados. A regeneração foi estimulada e se mostrou três vezes e meia mais rápida que uma cicatrização normal.
A técnica vai direto ao ponto e atua temporariamente, o que é essencial para evitar que os ossos se desenvolvam além do necessário. Estudos com humanos ainda vão demorar anos para serem feitos. Mas em ratos os pesquisadores já estão testando a eficácia desse remédio na regeneração de outras lesões, como as que são provocadas por um corte na pele, um ataque cardíaco ou um derrame cerebral.
Fonte: g1.globo.com
Resultados foram obtidos em ratos.
Cientistas da Universidade de Stanford, na Califórnia, conseguiram acelerar o processo de cicatrização de fraturas com a ajuda de células-tronco. E o melhor: praticamente sem marcas. Mas por enquanto o procedimento só foi testado em ratos.
As células-tronco que estão presentes nos ossos são responsáveis pelo nosso desenvolvimento, nos ajudam a crescer. Essas mesmas células nos auxiliam também na regeneração dos ossos, quando sofremos alguma fratura. Só que elas têm um ritmo próprio e precisam de tempo para fazer tudo isso.
Os pesquisadores pegaram animais com fraturas na tíbia e injetaram uma proteína isolada por eles em laboratórios, a “wint”. Ela aumentou o trabalho das células-tronco. Um dia depois, já deu para ver os resultados. A regeneração foi estimulada e se mostrou três vezes e meia mais rápida que uma cicatrização normal.
A técnica vai direto ao ponto e atua temporariamente, o que é essencial para evitar que os ossos se desenvolvam além do necessário. Estudos com humanos ainda vão demorar anos para serem feitos. Mas em ratos os pesquisadores já estão testando a eficácia desse remédio na regeneração de outras lesões, como as que são provocadas por um corte na pele, um ataque cardíaco ou um derrame cerebral.
Fonte: g1.globo.com
Diferença entre dor e enxaqueca
A neurologista Vanessa Caíres ensina as funcionárias a identificar o tipo de dor.
“Se você tem uma dor de cabeça de um lado só, que lateja, que a luz incomoda, que o barulho incomoda, desconfie. Isto pode ser uma enxaqueca. Se você tem uma dor de cabeça dos dois lados que é um peso, que é uma desconforto que não relacionado muito a luz que não está relacionado ao barulho é uma cefaleia tensional, ou seja uma dor provocada por acúmulo de tensão”, diz, neurologista.
A médica explica que os analgésicos devem ser tomados com parcimônia. “Fez uso mais que duas vezes na semana é abuso de analgésico. Você passa a ter dor de cabeça mais vezes, uma dor de cabeça mais forte e uma dor de cabeça que não responde mais aos medicamentos como respondia antes”, explica a neurologista.
Fonte:g1.globo.com
“Se você tem uma dor de cabeça de um lado só, que lateja, que a luz incomoda, que o barulho incomoda, desconfie. Isto pode ser uma enxaqueca. Se você tem uma dor de cabeça dos dois lados que é um peso, que é uma desconforto que não relacionado muito a luz que não está relacionado ao barulho é uma cefaleia tensional, ou seja uma dor provocada por acúmulo de tensão”, diz, neurologista.
A médica explica que os analgésicos devem ser tomados com parcimônia. “Fez uso mais que duas vezes na semana é abuso de analgésico. Você passa a ter dor de cabeça mais vezes, uma dor de cabeça mais forte e uma dor de cabeça que não responde mais aos medicamentos como respondia antes”, explica a neurologista.
Fonte:g1.globo.com
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Estresse

Pode ser definido como (a) a soma de respostas físicas e mentais causadas por determinados estímulos externos (estressores) e que permitem ao indivíduo (humano ou animal) superar determinadas exigências do meio-ambiente e (b) o desgaste físico e mental causado por esse processo.
Os sintomas mais comuns incluem dor de cabeça, desordens do sono, dificuldade de concentração, temperamento explosivo, estômago perturbado, insatisfação no trabalho, moral baixo, depressão e ansiedade.
Estresse pode ter influência nos seguintes problemas:
Dor de cabeça
Dificuldade para dormir
Constipação
Diarréia
Irritabilidade
Falta de energia
Falta de concentração
Comer demais ou não comer
Raiva
Tristeza
Maior risco de acessos de asma e artrite
Tensão
Cólica estomacal
Inchaço do estômago
Problemas de pele, como urticária
Depressão
Ansiedade
Ganho ou perda de peso
Problemas no coração
Pressão alta
Síndrome do intestino irritado
Diabetes
Dor nas costas e/ou pescoço
Menor apetite sexual
Dificuldade de engravidar
Sistema complemento
Embolia pulmonar
A embolia pulmonar é a obstrução súbita de uma artéria pulmonar, geralmente devido a um coágulo sanguíneo que viajou de uma veia da perna até o pulmão. Um coágulo que se forma em uma parte do corpo e viaja pela corrente sangüínea até outra parte é chamado de êmbolo.
A embolia pulmonar é uma condição grave, que pode causar:
* Dano permanente ao pulmão devido à falta de fluxo sangüíneo no tecido pulmonar.
* Baixos níveis de oxigênio no sangue.
* Danos a outros órgãos do corpo por falta de oxigênio.
* Se o coágulo for muito grande, ou se houver vários coágulos, embolia pulmonar pode causar morte.
Causas da embolia pulmonar
De cada dez casos de embolia pulmonar, nove começam com um coágulo nas veias profundas da perna, uma condição chamada de trombose venosa profunda. O coágulo é liberado da veia e viaja pela corrente sanguínea até os pulmões, onde pode bloquear uma artéria.
Coágulos nas pernas podem se formar quando o fluxo sanguíneo é restringido e diminui. Isso pode acontecer se a pessoa não se mover por muito tempo, como quando:
* Depois de algumas cirurgias.
* Durante longas viagens de carro ou avião.
* Se ficar na cama por um período longo de tempo
Os sinais e sintomas da embolia pulmonar incluem perda de fôlego sem explicação, dificuldade de respirar, dor no peito, tosse ou tosse com sangue. Arritmia (batimento cardíaco rápido e irregular) também pode indicar embolia pulmonar.
Em alguns casos, os únicos sinais e sintomas são aqueles relacionados à trombose venosa profunda, os quais incluem: inchaço da perna ou ao longo da veia na perna, dor ou sensibilidade na perna, sensação de calor na área da perna com inchaço ou sensibilidade, e pele vermelha ou descolorada na perna afetada. Também é possível ter embolia pulmonar sem apresentar nenhum sinal ou sintoma.
Tratamento da embolia pulmonarOs objetivos principais do tratamento da embolia pulmonar são:
* Impedir que o coágulo sanguíneo cresça.
* Impedir a formação de novos coágulos
O tratamento pode incluir remédios para afinar o sangue e diminuir sua propensão a coagular. Se os sintomas ameaçaram a vida, o médico pode dar ao paciente remédios para dissolver o coágulo mais rapidamente. Em ocasiões raras, o médico pode usar cirurgia ou algum outro procedimento para remover o coágulo.
A embolia pulmonar é uma condição grave, que pode causar:
* Dano permanente ao pulmão devido à falta de fluxo sangüíneo no tecido pulmonar.
* Baixos níveis de oxigênio no sangue.
* Danos a outros órgãos do corpo por falta de oxigênio.
* Se o coágulo for muito grande, ou se houver vários coágulos, embolia pulmonar pode causar morte.
Causas da embolia pulmonar
De cada dez casos de embolia pulmonar, nove começam com um coágulo nas veias profundas da perna, uma condição chamada de trombose venosa profunda. O coágulo é liberado da veia e viaja pela corrente sanguínea até os pulmões, onde pode bloquear uma artéria.
Coágulos nas pernas podem se formar quando o fluxo sanguíneo é restringido e diminui. Isso pode acontecer se a pessoa não se mover por muito tempo, como quando:
* Depois de algumas cirurgias.
* Durante longas viagens de carro ou avião.
* Se ficar na cama por um período longo de tempo
Os sinais e sintomas da embolia pulmonar incluem perda de fôlego sem explicação, dificuldade de respirar, dor no peito, tosse ou tosse com sangue. Arritmia (batimento cardíaco rápido e irregular) também pode indicar embolia pulmonar.
Em alguns casos, os únicos sinais e sintomas são aqueles relacionados à trombose venosa profunda, os quais incluem: inchaço da perna ou ao longo da veia na perna, dor ou sensibilidade na perna, sensação de calor na área da perna com inchaço ou sensibilidade, e pele vermelha ou descolorada na perna afetada. Também é possível ter embolia pulmonar sem apresentar nenhum sinal ou sintoma.
Tratamento da embolia pulmonarOs objetivos principais do tratamento da embolia pulmonar são:
* Impedir que o coágulo sanguíneo cresça.
* Impedir a formação de novos coágulos
O tratamento pode incluir remédios para afinar o sangue e diminuir sua propensão a coagular. Se os sintomas ameaçaram a vida, o médico pode dar ao paciente remédios para dissolver o coágulo mais rapidamente. Em ocasiões raras, o médico pode usar cirurgia ou algum outro procedimento para remover o coágulo.
Fases da cicatrização
Substrução, proliferação e remodelação. Embora se sobreponham ao tempo e tenham, cada uma, suas próprias características, essas fases não se diferenciam, biologicamente.
A fase de substrução, inflamatória ou exsudação, dura de 1 a 4 dias. Tem esse nome porque é nesta etapa que se prepara o terreno, ou cimentação para uma cicatrização ideal. Sua duração ou características depende da extensão da ferida e da natureza do agente vulnerante. Quanto mais intensa seja a reação inflamatória mais longa será a fase de substrução, já que esta é seguida de uma exsudação, que gera demolição e reabsorção das partículas desvitalizadas e estranhas. Requer, portanto, não só uma reação hemostática, para deter a saída de sangue dos vasos, como também celular, que através dos leucócitos, linfócitos, macrófagos, etc., ocasionam a limpeza da ferida.
A fase de proliferação compreende um período entre 5 e 20 dias, embora, na realidade, pode durar meses; caracteriza-se pelo aparecimento do tecido conectivo ou conjuntivo - cola ou cimento da ferida - composto principalmente por uma proteína que recebe o nome de colágeno. O colágeno é produzido pelas células fibroblastos, cuja estrutura lembra o entrelaçado de uma corda: finos cordões compostos de meadas que, vão se decompondo até chegar a um fio elementar, é a cadeia polipectídea. O colágeno proporciona resistência e tensão à ferida, retraindo-a e diminuindo sua superfície. Nesta etapa, também ocorre a epitezação, ou revestimento, da superfície da ferida, graças à migração, ou neoformação, de células do epitélio circundante.
A ultima fase, de amadurecimento ou remodelação, começa a partir do 21º dia e dura meses; assim, depois de 3 meses a ferida ainda não recobrou totalmente sua original resistência à tensão. O amadurecimento se torna evidente na mudança de cor que a cicatriz experimenta, passa do vermelho ao rosa e deste, ao branco nacarado.
Fonte: clinicaarquero.com
A fase de substrução, inflamatória ou exsudação, dura de 1 a 4 dias. Tem esse nome porque é nesta etapa que se prepara o terreno, ou cimentação para uma cicatrização ideal. Sua duração ou características depende da extensão da ferida e da natureza do agente vulnerante. Quanto mais intensa seja a reação inflamatória mais longa será a fase de substrução, já que esta é seguida de uma exsudação, que gera demolição e reabsorção das partículas desvitalizadas e estranhas. Requer, portanto, não só uma reação hemostática, para deter a saída de sangue dos vasos, como também celular, que através dos leucócitos, linfócitos, macrófagos, etc., ocasionam a limpeza da ferida.
A fase de proliferação compreende um período entre 5 e 20 dias, embora, na realidade, pode durar meses; caracteriza-se pelo aparecimento do tecido conectivo ou conjuntivo - cola ou cimento da ferida - composto principalmente por uma proteína que recebe o nome de colágeno. O colágeno é produzido pelas células fibroblastos, cuja estrutura lembra o entrelaçado de uma corda: finos cordões compostos de meadas que, vão se decompondo até chegar a um fio elementar, é a cadeia polipectídea. O colágeno proporciona resistência e tensão à ferida, retraindo-a e diminuindo sua superfície. Nesta etapa, também ocorre a epitezação, ou revestimento, da superfície da ferida, graças à migração, ou neoformação, de células do epitélio circundante.
A ultima fase, de amadurecimento ou remodelação, começa a partir do 21º dia e dura meses; assim, depois de 3 meses a ferida ainda não recobrou totalmente sua original resistência à tensão. O amadurecimento se torna evidente na mudança de cor que a cicatriz experimenta, passa do vermelho ao rosa e deste, ao branco nacarado.
Fonte: clinicaarquero.com
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