A febre amarela é uma doença infecciosa causada por um flavivírus que é transmitido através do mosquito da dengue, o Aedes aegypti. A doença não é contagiosa, ou seja, não é transmitida de uma pessoa doente para uma sadia, a não ser que um mosquito pique o doente e após a picada leve o vírus à pessoa sadia picando-a.
Após a transmissão do vírus ocorre o chamado período de incubação que dura aproximadamente sete dias sem a manifestação de nenhum sintoma. Após tal período, o indivíduo inicia um processo sintomático apresentando: febre alta, mal-estar, cansaço, hemorragias, vômitos, dor de cabeça, problemas no fígado e rins, dor muscular, calafrios, diarréia, icterícia e problemas cardíacos em casos mais graves.
Para detectar a doença, é necessária a realização de exames em laboratório já que seus sintomas são semelhantes à de outras doenças. Felizmente existe a vacina contra a febre amarela que é tomada aos nove meses de idade e tem validade de dez anos, data em que se deve tomar o reforço. É importante tomar o reforço caso não tenha lembrança da última vacinação e ainda se houver deslocamento para áreas de maior risco de transmissão.
O tratamento para a doença consiste apenas em hidratar o organismo, amenizar a febre e ainda realizar transfusões sanguíneas e hemodiálise quando o indivíduo apresentar comprometimento dos rins e do fígado. É extremamente importante não ingerir medicamentos que apresentem ácido acetilsalicílico em sua composição, pois esse acentua a atividade antiplaquetária provocando maior chance de hemorragias.
sábado, 27 de março de 2010
Hepatite A
O que é Hepatite A
Trata-se de uma doença aguda causada pelo vírus da Hepatite A. A doença é bastante comum em todo o mundo, sendo que nas classes sociais menos favorecidas a incidência é maior na primeira década de vida e nas mais favorecidas incide mais na idade adulta.
Formas de Transmissão
De acordo com a Dra. Myriam Santos Almeida, médica especialista em Doenças Infecciosas e Parasitárias, a transmissão se dá, primariamente, via fecal-oral através do contato direto com pessoas infectadas eliminando o vírus nas fezes ou através da ingestão de água e alimentos contaminados. Para a médica, crianças menores têm um papel muito importante na transmissão porque a infecção nelas, geralmente, não causa sintomas ou passa despercebida e elas podem eliminar o vírus nas fezes por período de tempo mais prolongado que os adultos.
O ser humano é o único hospedeiro natural do vírus. A principal forma de transmissão do vírus é de uma pessoa para outra. Especialistas do CIVES (Centro de Informação em Saúde para Viajantes) também afirmam que a transmissão é comum entre crianças que ainda não tenham aprendido noções de higiene, e entre pessoas que residem juntas ou que sejam parceiros sexuais de pessoas infectadas.
Segundo o Dr. Fernando S. Martins, do CIVES, aproximadamente dez dias depois de uma pessoa ser infectada, o vírus passa a ser eliminado nas fezes, o que ocorre por três semanas. O período de maior risco de transmissão é de uma a duas semanas antes do aparecimento dos sintomas.
O consumo de frutos do mar, como mariscos crus ou inadequadamente cozidos, está particularmente associado com a transmissão, uma vez que esses organismos concentram o vírus por filtrarem grandes volumes de água contaminada.
A transmissão através de transfusões, uso compartilhado de seringas e agulhas contaminadas é pouco comum, ao contrário das infecções pelo HIV e pelo vírus da hepatite B.
Conseqüências
Segundo a Dra Myriam, a infecção em crianças pequenas e bebês, na maioria das vezes, não produz sintomas ou produz um quadro de doença inespecífico. Entretanto, em adolescentes e adultos, freqüentemente, a doença produz febre, mal estar, falta de apetite, desconforto abdominal, urina escura e icterícia. Os sintomas, geralmente, duram menos que dois meses, mas de 10 a 15% das pessoas que os apresentam têm a doença prolongada ou recidivante por até seis meses. Especialistas destacam que Hepatite fulminante é rara e não há infecção crônica. Convém destacar que cerca de 70% das crianças, menores de seis anos, não apresentam sintomas.
Segundo informações da Dra. Denise Vigo Potsch e do Dr. Fernando S. Martins, do CIVES, a Hepatite A pode gerar inflamação e necrose do fígado. Eles esclarecem que uma pessoa infectada com o vírus pode ou não desenvolver a doença, contudo a infecção confere imunidade permanente contra a doença.
Para o Dr. Fernando, além dos sintomas citados, é comum a aversão acentuada à fumaça de cigarros. Após alguns dias, pode surgir icterícia em cerca de 25% das crianças e 60% dos adultos. As fezes podem então ficar amarelo-esbranquiçadas e a urina de cor avermelhada. Em geral quando a pessoa fica ictérica, a febre desaparece, há diminuição dos sintomas e o risco de transmissão do vírus torna-se mínimo. Em crianças, a icterícia desaparece em 8 a 11 dias, e nos adultos em 2 a quatro semanas, esclarece o Dr. Fernando.
A evolução da doença em geral não ultrapassa dois meses. Em cerca de 15% das pessoas, as manifestações podem persistir de forma discreta por até seis meses, com eventual reaparecimento dos sintomas. A recuperação é completa, o vírus é totalmente eliminado do organismo. A letalidade, segundo os especialistas, considerando-se todos os casos é cerca de 0,3%. Em adultos a evolução grave é mais comum, e o número de óbitos pode chegar a 2% em pessoas com mais de 40 anos.
Tratamento
Segundo a Dra. Ana M. Gaspar, do Departamento de Virologia do Instituto Oswaldo Cruz, a Hepatite A não tem tratamento específico. As medidas terapêuticas visam reduzir o incômodo dos sintomas. No período inicial da doença pode ser indicado repouso relativo, e a volta às atividades deve ser gradual. As bebidas alcoólicas devem ser abolidas. Os alimentos podem ser ingeridos de acordo com o apetite e a aceitação da pessoa, não havendo necessidade de dietas.
Saúde Pública
Para médicos da área, nos países em desenvolvimento, onde os investimentos em saneamento básico não constituem prioridade, a infecção é comum em crianças, e a maioria dos adultos é, conseqüentemente, imune à doença. Em países desenvolvidos, ocorre episodicamente e, por esse motivo, grande parte da população adulta é suscetível à infecção. Esse padrão tende a ser semelhante nas classes socio-economicamente mais privilegiadas dos países em desenvolvimento, como o Brasil.
De acordo com a Dra. Denise Vigo, a Austrália, o Canadá, a Escandinávia, a Nova Zelândia, o Japão e a maioria dos países da Europa Ocidental, são áreas de risco relativamente baixo. Nos Estados Unidos o risco é considerado intermediário. Estima-se que a cada ano ocorram cerca 200 mil casos da infecção. Cerca de um terço da população americana tem evidência sorológica de ter sido infectada pelo vírus em alguma época da vida. O Brasil tem risco elevado para a aquisição da doença, pois as condições de saneamento básico são precárias.
Em 1997, o Ministério da Saúde registrou 808 casos de Hepatite. Apenas o município do Rio de Janeiro computava um total de 57 casos, número que passou a 321 em 1999, a maioria entre pessoas com menos de 15 anos. Todavia, os estudos de prevalência na população brasileira, realizado através de exames sorológicos, demonstram uma redução dos índices. A prevalência está em torno de 65%, enquanto chega a 81% no México e a 89% na República Dominicana. Os índices brasileiros chegam a 95% nas populações mais pobres e a 20% nas populações de classe média e alta, de acordo com o CIVES.
Segundo os especialistas, é importante que seja feita a notificação dos casos da doença aos centros médicos de saúde da região. Assim podem ser adotadas medidas que diminuam o risco de disseminação da doença para a população.
Prevenção
Por se tratar de uma doença com formas bastante claras de transmissão, a Hepatite A pode ser prevenida através de saneamento básico e higiene pessoal. O uso de vacinas para controle da doença e possibilidade de erradicação do vírus pode ser útil. Médicos destacam que no Brasil existem duas vacinas licenciadas contra Hepatite A: Havrix® e Vaqta®. As duas vacinas são bastante eficientes e apresentam poucas reações adversas. De acordo com informações do CIVES, as vacinas estão no mercado brasileiro desde 1995, mas seu custo é elevado.
Um mês após a primeira dose, as vacinas produzem mais de 95% de imunidade nos adultos, e 97% em adolescentes e crianças acima de dois anos. As vacinas estão liberadas para aplicação a partir dos dois anos de idade, uma vez que a eficácia e segurança abaixo dessa faixa etária ainda não foram adequadamente avaliadas. Especialistas esclarecem que a aplicação é intramuscular, feita em duas doses com intervalo de seis meses entre cada uma. Os dados disponíveis sugerem que a imunidade conferida pela vacina seja superior a dez anos.
Médicos sugerem que a Hepatite A pode ser evitada através da utilização de água clorada ou fervida e o consumo de alimentos cozidos, preparados na hora do consumo. Além disso, lavar as mãos com água e sabão antes das refeições e evitar o consumo de bebidas e qualquer tipo de alimento adquiridos com ambulantes, nas ruas.
Trata-se de uma doença aguda causada pelo vírus da Hepatite A. A doença é bastante comum em todo o mundo, sendo que nas classes sociais menos favorecidas a incidência é maior na primeira década de vida e nas mais favorecidas incide mais na idade adulta.
Formas de Transmissão
De acordo com a Dra. Myriam Santos Almeida, médica especialista em Doenças Infecciosas e Parasitárias, a transmissão se dá, primariamente, via fecal-oral através do contato direto com pessoas infectadas eliminando o vírus nas fezes ou através da ingestão de água e alimentos contaminados. Para a médica, crianças menores têm um papel muito importante na transmissão porque a infecção nelas, geralmente, não causa sintomas ou passa despercebida e elas podem eliminar o vírus nas fezes por período de tempo mais prolongado que os adultos.
O ser humano é o único hospedeiro natural do vírus. A principal forma de transmissão do vírus é de uma pessoa para outra. Especialistas do CIVES (Centro de Informação em Saúde para Viajantes) também afirmam que a transmissão é comum entre crianças que ainda não tenham aprendido noções de higiene, e entre pessoas que residem juntas ou que sejam parceiros sexuais de pessoas infectadas.
Segundo o Dr. Fernando S. Martins, do CIVES, aproximadamente dez dias depois de uma pessoa ser infectada, o vírus passa a ser eliminado nas fezes, o que ocorre por três semanas. O período de maior risco de transmissão é de uma a duas semanas antes do aparecimento dos sintomas.
O consumo de frutos do mar, como mariscos crus ou inadequadamente cozidos, está particularmente associado com a transmissão, uma vez que esses organismos concentram o vírus por filtrarem grandes volumes de água contaminada.
A transmissão através de transfusões, uso compartilhado de seringas e agulhas contaminadas é pouco comum, ao contrário das infecções pelo HIV e pelo vírus da hepatite B.
Conseqüências
Segundo a Dra Myriam, a infecção em crianças pequenas e bebês, na maioria das vezes, não produz sintomas ou produz um quadro de doença inespecífico. Entretanto, em adolescentes e adultos, freqüentemente, a doença produz febre, mal estar, falta de apetite, desconforto abdominal, urina escura e icterícia. Os sintomas, geralmente, duram menos que dois meses, mas de 10 a 15% das pessoas que os apresentam têm a doença prolongada ou recidivante por até seis meses. Especialistas destacam que Hepatite fulminante é rara e não há infecção crônica. Convém destacar que cerca de 70% das crianças, menores de seis anos, não apresentam sintomas.
Segundo informações da Dra. Denise Vigo Potsch e do Dr. Fernando S. Martins, do CIVES, a Hepatite A pode gerar inflamação e necrose do fígado. Eles esclarecem que uma pessoa infectada com o vírus pode ou não desenvolver a doença, contudo a infecção confere imunidade permanente contra a doença.
Para o Dr. Fernando, além dos sintomas citados, é comum a aversão acentuada à fumaça de cigarros. Após alguns dias, pode surgir icterícia em cerca de 25% das crianças e 60% dos adultos. As fezes podem então ficar amarelo-esbranquiçadas e a urina de cor avermelhada. Em geral quando a pessoa fica ictérica, a febre desaparece, há diminuição dos sintomas e o risco de transmissão do vírus torna-se mínimo. Em crianças, a icterícia desaparece em 8 a 11 dias, e nos adultos em 2 a quatro semanas, esclarece o Dr. Fernando.
A evolução da doença em geral não ultrapassa dois meses. Em cerca de 15% das pessoas, as manifestações podem persistir de forma discreta por até seis meses, com eventual reaparecimento dos sintomas. A recuperação é completa, o vírus é totalmente eliminado do organismo. A letalidade, segundo os especialistas, considerando-se todos os casos é cerca de 0,3%. Em adultos a evolução grave é mais comum, e o número de óbitos pode chegar a 2% em pessoas com mais de 40 anos.
Tratamento
Segundo a Dra. Ana M. Gaspar, do Departamento de Virologia do Instituto Oswaldo Cruz, a Hepatite A não tem tratamento específico. As medidas terapêuticas visam reduzir o incômodo dos sintomas. No período inicial da doença pode ser indicado repouso relativo, e a volta às atividades deve ser gradual. As bebidas alcoólicas devem ser abolidas. Os alimentos podem ser ingeridos de acordo com o apetite e a aceitação da pessoa, não havendo necessidade de dietas.
Saúde Pública
Para médicos da área, nos países em desenvolvimento, onde os investimentos em saneamento básico não constituem prioridade, a infecção é comum em crianças, e a maioria dos adultos é, conseqüentemente, imune à doença. Em países desenvolvidos, ocorre episodicamente e, por esse motivo, grande parte da população adulta é suscetível à infecção. Esse padrão tende a ser semelhante nas classes socio-economicamente mais privilegiadas dos países em desenvolvimento, como o Brasil.
De acordo com a Dra. Denise Vigo, a Austrália, o Canadá, a Escandinávia, a Nova Zelândia, o Japão e a maioria dos países da Europa Ocidental, são áreas de risco relativamente baixo. Nos Estados Unidos o risco é considerado intermediário. Estima-se que a cada ano ocorram cerca 200 mil casos da infecção. Cerca de um terço da população americana tem evidência sorológica de ter sido infectada pelo vírus em alguma época da vida. O Brasil tem risco elevado para a aquisição da doença, pois as condições de saneamento básico são precárias.
Em 1997, o Ministério da Saúde registrou 808 casos de Hepatite. Apenas o município do Rio de Janeiro computava um total de 57 casos, número que passou a 321 em 1999, a maioria entre pessoas com menos de 15 anos. Todavia, os estudos de prevalência na população brasileira, realizado através de exames sorológicos, demonstram uma redução dos índices. A prevalência está em torno de 65%, enquanto chega a 81% no México e a 89% na República Dominicana. Os índices brasileiros chegam a 95% nas populações mais pobres e a 20% nas populações de classe média e alta, de acordo com o CIVES.
Segundo os especialistas, é importante que seja feita a notificação dos casos da doença aos centros médicos de saúde da região. Assim podem ser adotadas medidas que diminuam o risco de disseminação da doença para a população.
Prevenção
Por se tratar de uma doença com formas bastante claras de transmissão, a Hepatite A pode ser prevenida através de saneamento básico e higiene pessoal. O uso de vacinas para controle da doença e possibilidade de erradicação do vírus pode ser útil. Médicos destacam que no Brasil existem duas vacinas licenciadas contra Hepatite A: Havrix® e Vaqta®. As duas vacinas são bastante eficientes e apresentam poucas reações adversas. De acordo com informações do CIVES, as vacinas estão no mercado brasileiro desde 1995, mas seu custo é elevado.
Um mês após a primeira dose, as vacinas produzem mais de 95% de imunidade nos adultos, e 97% em adolescentes e crianças acima de dois anos. As vacinas estão liberadas para aplicação a partir dos dois anos de idade, uma vez que a eficácia e segurança abaixo dessa faixa etária ainda não foram adequadamente avaliadas. Especialistas esclarecem que a aplicação é intramuscular, feita em duas doses com intervalo de seis meses entre cada uma. Os dados disponíveis sugerem que a imunidade conferida pela vacina seja superior a dez anos.
Médicos sugerem que a Hepatite A pode ser evitada através da utilização de água clorada ou fervida e o consumo de alimentos cozidos, preparados na hora do consumo. Além disso, lavar as mãos com água e sabão antes das refeições e evitar o consumo de bebidas e qualquer tipo de alimento adquiridos com ambulantes, nas ruas.
sexta-feira, 26 de março de 2010
ESCOLIOSE
A coluna, vista por detrás deve ser "recta", sendo a escoliose uma deformação da coluna na qual ela desvia para um dos lados.
Por vezes existem desvios da coluna que se devem a maus hábitos posturais a que se dá o nome de atitude escoliótica.
A atitude escoliótica é corrigida corrigindo a postura e os maus hábitos posturais.
O que é a escoliose?
A escoliose é um desvio tridimensional (nas três dimensões) da coluna o que significa que a coluna para além de desviar para um dos lados também faz rotação e inclinação.
Mas, o que salta à vista é o desvio ou desvios laterais da coluna pois é frequente existir mais do que um desvio da coluna. Por norma um dos desvios é o problema sendo o outra a compensação mas nem sempre é assim.
Causas da escoliose?
Inúmeras vezes não se conhecem as causas ou razões da escoliose e nesses casos diz-se que a escoliose é idiopática ou seja não tem causas conhecidas.
No entanto podem existir muitas causas como veremos em causas e tratamento.
Em que idade ela aparece?
A escoliose pode "aparecer" em qualquer idade mas ela acentua-se com o crescimento ou seja desenvolve-se ou aumenta com o crescimento e com as más posturas, sendo muitas das vezes as más posturas uma boa indicação de que algo não está bem com o corpo.
As escolioses podem aparecer:
• No bebé,
• Na infância,
• Na adolescência,
• No adulto
• E ou no idoso.
Cada uma delas tem as suas próprias causas ou origens pelo que em todas estas fases da vida da pessoa se deve ter atenção para o estado da sua coluna.
Como verificar se tudo está bem?
Com a pessoa ou criança em pé e olhando por detrás pode-se perceber se existe ou não rectidão da coluna.
Se a coluna fizer um desvio, é possível que exista uma escoliose ou outro problema que precise de ser corrigido.
Da mesma forma, olhando por detrás e pedindo à pessoa ou criança para se inclinar (dobrar) para a frente:
•Ver se as costas estão de nível ou se um dos lados está mais elevado do que o outro ou
•Um ombro ou área do ombro (ou área toraxica) está mais elevado do que o outro
•Ou mesmo se a bacia ou zona lombar fica mais elevada de um lado do que do outro.
Outros sinais que podem mostrar que algo não está bem são:
•Um ombro mais alto do que o outro quando em pé.
•Uma perna mais curta ou que dá essa ideia. Frequentemente vê-se no comprimento das pernas das calças onde uma precisa de mais baínha do que a outra ou em que as calças junto aos pés não ficam ao mesmo nível.
•As posturas quer em pé quer sentado podem ser sempre erradas e para o mesmo lado.
Quem detecta a escoliose?
Por norma cabe sempre aos pais, aos professores (sobretudo os de educação física) a observação da coluna e das posturas da criança ou pessoa em causa e encaminhar para alguém que possa avaliar a situação, muitas das vezes o ortopedista.
Após a avaliação pelo médico e sempre que exista escoliose (mesmo que pequena e "sem importância") há que recorrer a alguém que possa corrigir eficazmente o problema.
Como corrigir?
A nível médico as soluções passam pelo uso de coletes ou mesmo pelo uso da cirurgia nos casos mais avançados ou que não reagem ao uso do colete.
Escusado será dizer que a cirurgia é sempre um método invasivo e que deveria ser evitado sempre que possível.
Quanto ao colete, para além do desconforto que ele provoca, pode ser causa de problemas emocionais sobretudo em crianças e adolescentes que se podem sentir inferiores devido ao seu uso.
Infelizmente como muitos pais que já passaram por este problema já sabem, o colete pouco ou nada faz.
Ou seja acaba por não resolver nada e ainda provoca demasiado sofrimento quer a quem o usa quer aos diversos elementos familiares.
A nível de fisioterapia podem-se usar várias abordagens para ajudar a corrigir a escoliose.
A natação é também um bom método uma vez que proporciona relaxamento, alongamento e fortalecimento musculares o que pode ser uma mais valia.
Outras abordagens podem incluir massagem, osteopatia, quiroprática, e muitas outras abordagens ou terapias.
Escusado será dizer que há que saber quais as causas da escoliose e corrigir essas causas. Para isso há que saber que soluções usar para as causas que existentes pois podendo as causas ser muitas, também as soluções podem ser muitas.
Estas soluções são as correntes mas que pelos fracos resultados ou resultados lentos têm sido muito neglicenciadas pela comunidade médica e pelas pessoas que se cansam de verem poucos resultados ou se cansam do tempo que levam para os obter.
Hoje no entanto existem soluções muito mais rápidas e eficazes e é desta forma que a Libertação Miofascial e outras dão muito boas respostas neste e noutros problemas. Veja mais acerca da escoliose.
Nota: Devido ao seu toque suave estas terapias estão indicadas para todas as pessoas incluindo crianças e recém nascidos.
Por vezes existem desvios da coluna que se devem a maus hábitos posturais a que se dá o nome de atitude escoliótica.
A atitude escoliótica é corrigida corrigindo a postura e os maus hábitos posturais.
O que é a escoliose?
A escoliose é um desvio tridimensional (nas três dimensões) da coluna o que significa que a coluna para além de desviar para um dos lados também faz rotação e inclinação.
Mas, o que salta à vista é o desvio ou desvios laterais da coluna pois é frequente existir mais do que um desvio da coluna. Por norma um dos desvios é o problema sendo o outra a compensação mas nem sempre é assim.
Causas da escoliose?
Inúmeras vezes não se conhecem as causas ou razões da escoliose e nesses casos diz-se que a escoliose é idiopática ou seja não tem causas conhecidas.
No entanto podem existir muitas causas como veremos em causas e tratamento.
Em que idade ela aparece?
A escoliose pode "aparecer" em qualquer idade mas ela acentua-se com o crescimento ou seja desenvolve-se ou aumenta com o crescimento e com as más posturas, sendo muitas das vezes as más posturas uma boa indicação de que algo não está bem com o corpo.
As escolioses podem aparecer:
• No bebé,
• Na infância,
• Na adolescência,
• No adulto
• E ou no idoso.
Cada uma delas tem as suas próprias causas ou origens pelo que em todas estas fases da vida da pessoa se deve ter atenção para o estado da sua coluna.
Como verificar se tudo está bem?
Com a pessoa ou criança em pé e olhando por detrás pode-se perceber se existe ou não rectidão da coluna.
Se a coluna fizer um desvio, é possível que exista uma escoliose ou outro problema que precise de ser corrigido.
Da mesma forma, olhando por detrás e pedindo à pessoa ou criança para se inclinar (dobrar) para a frente:
•Ver se as costas estão de nível ou se um dos lados está mais elevado do que o outro ou
•Um ombro ou área do ombro (ou área toraxica) está mais elevado do que o outro
•Ou mesmo se a bacia ou zona lombar fica mais elevada de um lado do que do outro.
Outros sinais que podem mostrar que algo não está bem são:
•Um ombro mais alto do que o outro quando em pé.
•Uma perna mais curta ou que dá essa ideia. Frequentemente vê-se no comprimento das pernas das calças onde uma precisa de mais baínha do que a outra ou em que as calças junto aos pés não ficam ao mesmo nível.
•As posturas quer em pé quer sentado podem ser sempre erradas e para o mesmo lado.
Quem detecta a escoliose?
Por norma cabe sempre aos pais, aos professores (sobretudo os de educação física) a observação da coluna e das posturas da criança ou pessoa em causa e encaminhar para alguém que possa avaliar a situação, muitas das vezes o ortopedista.
Após a avaliação pelo médico e sempre que exista escoliose (mesmo que pequena e "sem importância") há que recorrer a alguém que possa corrigir eficazmente o problema.
Como corrigir?
A nível médico as soluções passam pelo uso de coletes ou mesmo pelo uso da cirurgia nos casos mais avançados ou que não reagem ao uso do colete.
Escusado será dizer que a cirurgia é sempre um método invasivo e que deveria ser evitado sempre que possível.
Quanto ao colete, para além do desconforto que ele provoca, pode ser causa de problemas emocionais sobretudo em crianças e adolescentes que se podem sentir inferiores devido ao seu uso.
Infelizmente como muitos pais que já passaram por este problema já sabem, o colete pouco ou nada faz.
Ou seja acaba por não resolver nada e ainda provoca demasiado sofrimento quer a quem o usa quer aos diversos elementos familiares.
A nível de fisioterapia podem-se usar várias abordagens para ajudar a corrigir a escoliose.
A natação é também um bom método uma vez que proporciona relaxamento, alongamento e fortalecimento musculares o que pode ser uma mais valia.
Outras abordagens podem incluir massagem, osteopatia, quiroprática, e muitas outras abordagens ou terapias.
Escusado será dizer que há que saber quais as causas da escoliose e corrigir essas causas. Para isso há que saber que soluções usar para as causas que existentes pois podendo as causas ser muitas, também as soluções podem ser muitas.
Estas soluções são as correntes mas que pelos fracos resultados ou resultados lentos têm sido muito neglicenciadas pela comunidade médica e pelas pessoas que se cansam de verem poucos resultados ou se cansam do tempo que levam para os obter.
Hoje no entanto existem soluções muito mais rápidas e eficazes e é desta forma que a Libertação Miofascial e outras dão muito boas respostas neste e noutros problemas. Veja mais acerca da escoliose.
Nota: Devido ao seu toque suave estas terapias estão indicadas para todas as pessoas incluindo crianças e recém nascidos.
Câncer
Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado (maligno) de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo espalhar-se (metástase) para outras regiões do corpo.
Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores (acúmulo de células cancerosas) ou neoplasias malignas. Por outro lado, um tumor benigno significa simplesmente uma massa localizada de células que se multiplicam vagarosamente e se assemelham ao seu tecido original, raramente constituindo um risco de vida.
Os diferentes tipos de câncer correspondem aos vários tipos de células do corpo. Por exemplo, existem diversos tipos de câncer de pele porque a pele é formada de mais de um tipo de célula. Se o câncer tem início em tecidos epiteliais como pele ou mucosas ele é denominado carcinoma. Se começa em tecidos conjuntivos como osso, músculo ou cartilagem é chamado de sarcoma.
Outras características que diferenciam os diversos tipos de câncer entre si são a velocidade de multiplicação das células e a capacidade de invadir tecidos e órgãos vizinhos ou distantes (metástases).
O que causa o câncer?
As causas de câncer são variadas, podendo ser externas ou internas ao organismo, estando ambas inter-relacionadas. As causas externas relacionam-se ao meio ambiente e aos hábitos ou costumes próprios de um ambiente social e cultural. As causas internas são, na maioria das vezes, geneticamente pré-determinadas, estão ligadas à capacidade do organismo de se defender das agressões externas. Esses fatores causais podem interagir de várias formas, aumentando a probabilidade de transformações malignas nas células normais.
De todos os casos, 80% a 90% dos cânceres estão associados a fatores ambientais. Alguns deles são bem conhecidos: o cigarro pode causar câncer de pulmão, a exposição excessiva ao sol pode causar câncer de pele, e alguns vírus podem causar leucemia. Outros estão em estudo, como alguns componentes dos alimentos que ingerimos, e muitos são ainda completamente desconhecidos.
O envelhecimento traz mudanças nas células que aumentam a sua suscetibilidade à transformação maligna. Isso, somado ao fato de as células das pessoas idosas terem sido expostas por mais tempo aos diferentes fatores de risco para câncer, explica em parte o porquê de o câncer ser mais freqüente nesses indivíduos.Os fatores de risco ambientais de câncer são denominados cancerígenos ou carcinógenos. Esses fatores atuam alterando a estrutura genética (DNA) das células.
O surgimento do câncer depende da intensidade e duração da exposição das células aos agentes causadores de câncer. Por exemplo, o risco de uma pessoa desenvolver câncer de pulmão é diretamente proporcional ao número de cigarros fumados por dia e ao número de anos que ela vem fumando.
Fatores de risco de natureza ambiental
Os fatores de risco de câncer podem ser encontrados no meio ambiente ou podem ser herdados. A maioria dos casos de câncer (80%) está relacionada ao meio ambiente, no qual encontramos um grande número de fatores de risco. Entende-se por ambiente o meio em geral (água, terra e ar), o ambiente ocupacional (indústrias químicas e afins) o ambiente de consumo (alimentos, medicamentos) o ambiente social e cultural (estilo e hábitos de vida).
As mudanças provocadas no meio ambiente pelo próprio homem, os 'hábitos' e o 'estilo de vida' adotados pelas pessoas, podem determinar diferentes tipos de câncer.
Tabagismo
Hábitos Alimentares
Alcoolismo
Hábitos Sexuais
Medicamentos
Fatores Ocupacionais
Radiação solar
Hereditariedade
São raros os casos de cânceres que se devem exclusivamente a fatores hereditários, familiares e étnicos, apesar de o fator genético exercer um importante papel na oncogênese. Um exemplo são os indivíduos portadores de retinoblastoma que, em 10% dos casos, apresentam história familiar deste tumor.
Alguns tipos de câncer de mama, estômago e intestino parecem ter um forte componente familiar, embora não se possa afastar a hipótese de exposição dos membros da família a uma causa comum. Determinados grupos étnicos parecem estar protegidos de certos tipos de câncer: a leucemia linfocítica é rara em orientais, e o sarcoma de Ewing é muito raro em negros.
10 dicas para a redução dos fatores de risco
Como surge o câncer?
As células que constituem os animais são formadas por três partes: a membrana celular, que é a parte mais externa; o citoplasma (o corpo da célula); e o núcleo, que contêm os cromossomas, que, por sua vez, são compostos de genes. Os genes são arquivos que guardam e fornecem instruções para a organização das estruturas, formas e atividades das células no organismo. Toda a informação genética encontra-se inscrita nos genes, numa "memória química" - o ácido desoxirribonucleico (DNA). É através do DNA que os cromossomas passam as informações para o funcionamento da célula.
Uma célula normal pode sofrer alterações no DNA dos genes. É o que chamamos mutação genética. As células cujo material genético foi alterado passam a receber instruções erradas para as suas atividades. As alterações podem ocorrer em genes especiais, denominados protooncogenes, que a princípio são inativos em células normais. Quando ativados, os protooncogenes transformam-se em oncogenes, responsáveis pela malignização (cancerização) das células normais. Essas células diferentes são denominadas cancerosas.
Por Silvane Soares
Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores (acúmulo de células cancerosas) ou neoplasias malignas. Por outro lado, um tumor benigno significa simplesmente uma massa localizada de células que se multiplicam vagarosamente e se assemelham ao seu tecido original, raramente constituindo um risco de vida.
Os diferentes tipos de câncer correspondem aos vários tipos de células do corpo. Por exemplo, existem diversos tipos de câncer de pele porque a pele é formada de mais de um tipo de célula. Se o câncer tem início em tecidos epiteliais como pele ou mucosas ele é denominado carcinoma. Se começa em tecidos conjuntivos como osso, músculo ou cartilagem é chamado de sarcoma.
Outras características que diferenciam os diversos tipos de câncer entre si são a velocidade de multiplicação das células e a capacidade de invadir tecidos e órgãos vizinhos ou distantes (metástases).
O que causa o câncer?
As causas de câncer são variadas, podendo ser externas ou internas ao organismo, estando ambas inter-relacionadas. As causas externas relacionam-se ao meio ambiente e aos hábitos ou costumes próprios de um ambiente social e cultural. As causas internas são, na maioria das vezes, geneticamente pré-determinadas, estão ligadas à capacidade do organismo de se defender das agressões externas. Esses fatores causais podem interagir de várias formas, aumentando a probabilidade de transformações malignas nas células normais.
De todos os casos, 80% a 90% dos cânceres estão associados a fatores ambientais. Alguns deles são bem conhecidos: o cigarro pode causar câncer de pulmão, a exposição excessiva ao sol pode causar câncer de pele, e alguns vírus podem causar leucemia. Outros estão em estudo, como alguns componentes dos alimentos que ingerimos, e muitos são ainda completamente desconhecidos.
O envelhecimento traz mudanças nas células que aumentam a sua suscetibilidade à transformação maligna. Isso, somado ao fato de as células das pessoas idosas terem sido expostas por mais tempo aos diferentes fatores de risco para câncer, explica em parte o porquê de o câncer ser mais freqüente nesses indivíduos.Os fatores de risco ambientais de câncer são denominados cancerígenos ou carcinógenos. Esses fatores atuam alterando a estrutura genética (DNA) das células.
O surgimento do câncer depende da intensidade e duração da exposição das células aos agentes causadores de câncer. Por exemplo, o risco de uma pessoa desenvolver câncer de pulmão é diretamente proporcional ao número de cigarros fumados por dia e ao número de anos que ela vem fumando.
Fatores de risco de natureza ambiental
Os fatores de risco de câncer podem ser encontrados no meio ambiente ou podem ser herdados. A maioria dos casos de câncer (80%) está relacionada ao meio ambiente, no qual encontramos um grande número de fatores de risco. Entende-se por ambiente o meio em geral (água, terra e ar), o ambiente ocupacional (indústrias químicas e afins) o ambiente de consumo (alimentos, medicamentos) o ambiente social e cultural (estilo e hábitos de vida).
As mudanças provocadas no meio ambiente pelo próprio homem, os 'hábitos' e o 'estilo de vida' adotados pelas pessoas, podem determinar diferentes tipos de câncer.
Tabagismo
Hábitos Alimentares
Alcoolismo
Hábitos Sexuais
Medicamentos
Fatores Ocupacionais
Radiação solar
Hereditariedade
São raros os casos de cânceres que se devem exclusivamente a fatores hereditários, familiares e étnicos, apesar de o fator genético exercer um importante papel na oncogênese. Um exemplo são os indivíduos portadores de retinoblastoma que, em 10% dos casos, apresentam história familiar deste tumor.
Alguns tipos de câncer de mama, estômago e intestino parecem ter um forte componente familiar, embora não se possa afastar a hipótese de exposição dos membros da família a uma causa comum. Determinados grupos étnicos parecem estar protegidos de certos tipos de câncer: a leucemia linfocítica é rara em orientais, e o sarcoma de Ewing é muito raro em negros.
10 dicas para a redução dos fatores de risco
Como surge o câncer?
As células que constituem os animais são formadas por três partes: a membrana celular, que é a parte mais externa; o citoplasma (o corpo da célula); e o núcleo, que contêm os cromossomas, que, por sua vez, são compostos de genes. Os genes são arquivos que guardam e fornecem instruções para a organização das estruturas, formas e atividades das células no organismo. Toda a informação genética encontra-se inscrita nos genes, numa "memória química" - o ácido desoxirribonucleico (DNA). É através do DNA que os cromossomas passam as informações para o funcionamento da célula.
Uma célula normal pode sofrer alterações no DNA dos genes. É o que chamamos mutação genética. As células cujo material genético foi alterado passam a receber instruções erradas para as suas atividades. As alterações podem ocorrer em genes especiais, denominados protooncogenes, que a princípio são inativos em células normais. Quando ativados, os protooncogenes transformam-se em oncogenes, responsáveis pela malignização (cancerização) das células normais. Essas células diferentes são denominadas cancerosas.
Por Silvane Soares
Tratamento natural para ovarite
Ovarite é a inflamação dos ovários, aguda ou crônica, sempre associada a salpingite( inframação da trompa). Deve-se, pois, falar em salpingo- ovarite.
Geralmente, são causadas por estreptococos, estafilococos, bacilos dos grupo coli e os gonococos.
A estrutura do ovário é uma das mais resistentes e, dada sua localização de difícil acesso aos germes patogênicos, torna-se raro o aparecimento de uma inflamação.
A endometriose, que é a presença de glândulas ou estiomas de endomêtrio em lugares estranhos, atinge com freqüência o ovário, o que o torna suscetível a inflamações.
Tratamento através de remédios naturais:
■Tomar ½ copo duplo de usco de chicoria em jejum.
■Substituir uma refeição diaria por melão, exclusivamente, de preferencia o desjejum, durante um ou dois meses.(O melão produz um efeito dissolvente e anti-oxidante sobre o sangue que se acumula nos ovarios, e tende a cicratizar os vasos sanguineos de uma forma natural.
■Fazer cha de cavalinha e tanchagem. Dose: tres colheres, das de sopa, das plantas picads para um litro de agua, de 2 a 3 xicaras ao dia.
■Tomar cha de mil-em-rama e dente-de-leão. Dose: tres colheres, das de sopa, de plantas picadas para um litro de agua, de 2 a 3 xicaras ao dia.
■Preparar cha de agoniada. Dose: duas colheres, das de sopa, de plantas picadas para 750 ml de agua, de uma a duas xicaras ao dia.
■Fazer banho quente de assento e banho genital.
■Usar cataplasma de argila no abdome por 2 horas ao dia.
Por Silvane Soares
Geralmente, são causadas por estreptococos, estafilococos, bacilos dos grupo coli e os gonococos.
A estrutura do ovário é uma das mais resistentes e, dada sua localização de difícil acesso aos germes patogênicos, torna-se raro o aparecimento de uma inflamação.
A endometriose, que é a presença de glândulas ou estiomas de endomêtrio em lugares estranhos, atinge com freqüência o ovário, o que o torna suscetível a inflamações.
Tratamento através de remédios naturais:
■Tomar ½ copo duplo de usco de chicoria em jejum.
■Substituir uma refeição diaria por melão, exclusivamente, de preferencia o desjejum, durante um ou dois meses.(O melão produz um efeito dissolvente e anti-oxidante sobre o sangue que se acumula nos ovarios, e tende a cicratizar os vasos sanguineos de uma forma natural.
■Fazer cha de cavalinha e tanchagem. Dose: tres colheres, das de sopa, das plantas picads para um litro de agua, de 2 a 3 xicaras ao dia.
■Tomar cha de mil-em-rama e dente-de-leão. Dose: tres colheres, das de sopa, de plantas picadas para um litro de agua, de 2 a 3 xicaras ao dia.
■Preparar cha de agoniada. Dose: duas colheres, das de sopa, de plantas picadas para 750 ml de agua, de uma a duas xicaras ao dia.
■Fazer banho quente de assento e banho genital.
■Usar cataplasma de argila no abdome por 2 horas ao dia.
Por Silvane Soares
Úlceras de pressão

A ÚLCERA DE PRESSÃO é uma área localizada de necrose celular que tende a se desenvolver quando o tecido mole é comprimido entre uma proeminência óssea e uma superfície dura por um período prolongado de tempo.
Outros termos freqüentemente usados são úlceras de decúbito, escara, escara de decúbito porém, por ser a pressão o agente principal para a sua formação, recomenda-se a adoção do termo – úlcera de pressão (UP).
O termo escara deve ser utilizado para designar a parte necrótica ou crosta da ferida e não como seu sinônimo.
As localizações mais comuns das úlceras de pressão são a região sacral e os calcâneos. Ao redor de 60% das úlceras de pressão se desenvolvem na área pélvica ou abaixo. . Classificação da ÚLCERA DE PRESSÃO:
A úlcera é classificada do estágio I ao IV em referência a profundidade de comprometimento tecidual e não a gravidade da lesão.
Estágios da Úlcera de Pressão
Estágio 1
É um eritema da pele intacta que não embranquece após a remoção da pressão. Em indivíduos com a pele mais escura, a descoloração da pele, o calor, o edema ou o endurecimento também podem ser indicadores de danos.
Estágio 2
É uma perda parcial da pele envolvendo a epiderme, derme ou ambas. A úlcera é superficial e apresenta-se como uma abrasão, uma bolha ou uma cratera rasa.
Estágio 3
É uma perda da pele na sua espessura total, envolvendo danos ou uma necrose do tecido subcutâneo que pode se aprofundar, não chegando até a fáscia muscular. A úlcera se apresenta clinicamente como uma cratera profunda.
Estágio 4
É uma perda da pele na sua total espessura com uma extensa destruição ou necrose dos músculos, ossos ou estruturas de suporte como tendões ou cápsulas das juntas
Escara
É o termo que antigamente era atribuídocomo sinônimo de úlcera de pressão porém inadequado pois, representa a crosta ou camada de tecido necrótico que pode estar cobrindo a lesão em estágios mais avançados. Só após o desbridamento é que o estágio desta úlcera pode ser identificado de acordo com a profundidade ou grau de comprometimento dos tecidos.
A classificação das úlceras em estágios é uma parte da avaliação. É importante avaliar a presença de inflamação/infecção, endurecimento e isquemia.
As úlceras de pressão não devem ser classificadas na ordem reversa como forma de avaliar a cicatrização. As úlceras de estágio IV não se transformam em estágio III, II ou I até cicatrizarem. A cicatrização ocorrerá às custas de tecido de granulação, por segunda intenção
Causas
A pressão nos tecidos é examinada em relação a três fatores, considerando a etiologia das úlceras:
1- Intensidade da Pressão
a) A pressão capilar desempenha um importante papel. É reportado que a pressão capilar no final arterial seja de 30 a 40 mmHg, de 10 a 14 mmHg no final venoso e de 25 mmHg na porção média do capilar.
2- Duração da Pressão
a) É um fator importante que precisa ser considerado em associação com a intensidade da pressão.
b) Existe um relacionamento inverso entre a duração e a intensidade da pressão para a criação da isquemia tecidual. Os danos podem ocorrer com:
1. Pressão de baixa intensidade durante um longo período de tempo.
2. Pressão de intensidade elevada durante um curto período de tempo.
3- Tolerância Tecidual
a) A tolerância tecidual é o terceiro fator que determina o efeito patológico do excesso de pressão e é influenciada pela capacidade da pele e estruturas subjacentes em trabalharem juntas para redistribuir a carga imposta no tecido.
b) A isquemia tecidual profunda pode ocorrer sem a manifestação cutânea.
c) A tolerância tecidual é influenciada por vários fatores:
1. Cisalhamento – é causado pela combinação da gravidade e fricção. Exerce uma força paralela à pele e resulta da gravidade que empurra o corpo para baixo e da fricção ou resistência entre o paciente e a superfície de suporte. Quando a cabeceira da cama é elevada, a pele adere-se ao leito mas o esqueleto empurra o corpo para baixo. Os vasos sanguíneos são esticados ou acotovelados dificultando ou interrompendo o fluxo sanguíneo. O cisalhamento causa a maior parte do dano observado nas úlceras de pressão.
2. Fricção – Se sua ação for isolada, a sua capacidade de danos está restrita a epiderme e derme. Resulta em uma lesão semelhante a uma queimadura leve. Ocorre com maior freqüência em pacientes agitados. A forma mais grave de dano por fricção ocorre associada ao cisalhamento.
3. Umidade – altera a resistência da epiderme para forças externas.
4. Déficit nutricional – a alteração da nutrição pode afetar o desenvolvimento da úlcera de pressão pois a hipoalbuminemia altera a pressão oncótica e causa a formação de edema. A difusão de oxigênio no tecido edemaciado fica comprometida. Há uma diminuição da resistência a infecção devido ao efeito no sistema imunológico. A anemia também afeta o transporte de oxigênio. As deficiências de vitaminas A, C e E também podem contribuir para o desenvolvimento da úlcera de pressão devido ao papel que estas vitaminas tem na síntese do colágeno, imunidade e integridade epitelial.
Outros fatores importantes no desenvolvimento da úlcera de pressão:
A. Idade avançada – muitas mudanças ocorrem com o envelhecimento e incluem: achatamento da junção entre a derme e epiderme; menor troca de nutrientes, menor resistência a força de cisalhamento, diminuição da capacidade de redistribuir a carga mecânica da pressão.
B. Baixa pressão sangüínea – a hipotensão pode desviar o sangue da pele para órgãos vitais. As pressões geralmente consideradas são pressão sistólica abaixo de 100 mmHg e diastólica abaixo de 60 mmHg. Capilares podem ocluir-se com pressões menores.
C. Estado psicológico – Motivação, energia emocional e estresse são considerados. O cortisol pode ser um fator para uma baixa tolerância tecidual.
D. Fumo
E. Temperatura corporal elevada – pode estar relacionada ao aumento da demanda de oxigênio em tecidos com anóxia.
F. Procedimentos cirúrgicos com duração de 4 horas ou mais.
G. Incontinência urinária ou fecal.
H. Vários diagnósticos: paralisia, lesão de medula espinhal, câncer, problemas ortopédicos, doença vascular, doença neurológica, diabetes.
Tratamento
1) Quatro princípios precisam ser considerados no tratamento local das úlceras de pressão:
a) Aliviar ou eliminar a fonte ou a causa da úlcera de pressão – é importante explorar as razões pelas quais o paciente desenvolveu a úlcera de pressão. A movimentação não foi suficiente? O paciente não se movimentou para aliviar a pressão ou não mudou a posição? A técnica de transferência foi inadequada o que levou o paciente a se machucar na cadeira? Que tipo de superfície de suporte seja colchão ou almofada estava sendo usado?
b) Otimizar o micro-ambiente – a ferida precisa ser avaliada de maneira apropriada e a melhor terapia tópica selecionada para permitir a cicatrização. A documentação da avaliação e do tratamento precisa ser feita adequadamente para permitir a avaliação do cuidado e para determinar se as mudanças são necessárias. Tecido necrótico geralmente é removido por um dos métodos de debridamento existentes.
c) Apoio ao paciente com feridas – o paciente precisa ser avaliado e monitorado quanto a nutrição adequada. Infecções locais e sistêmicas precisam ser controladas ou eliminadas. A ferida que não cicatriza, está infectada ou com exposição óssea, precisa ser investigada quanto a presença de osteomielite. As úlceras de pressão estão associadas com presença de dor. Os pacientes precisam ser avaliados quanto a presença de dor e as medidas para alívio da dor precisam ser implementadas. A qualidade de vida do paciente precisa ser considerada.
d) Fornecimento de educação – a educação deve ser fornecida para os funcionários, pacientes e familiares
Analgésicos podem reduzir os riscos de câncer, aponta estudo.

Diversos estudos têm sugerido que a aspirina e outros analgésicos podem proteger contra câncer de mama e de ovário. E uma nova pesquisa publicada na revista científica Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention pode ajudar a explicar os mecanismos envolvidos nessa proteção. De acordo com os autores, em mulheres na pós-menopausa, os analgésicos reduzem os níveis de estrógenos - hormônios femininos associados a alguns tipos de câncer.
Os pesquisadores relatam que um estudo da Universidade de Columbia com 3 mil mulheres - entre aquelas com câncer de mama e sem a doença - indicou uma redução de 20% no risco de câncer de mama entre aquelas que tomavam aspirina regulamente. Seguindo a mesma linha, outra pesquisa, que avaliou dados de 4 mil mulheres no ano passado, mostrou que o medicamento pode reduzir a recorrência e a disseminação da doença, além dos riscos de morte, em mulheres que já tiveram câncer de mama.
Na nova análise - que incluiu 740 mulheres que já haviam passado pela menopausa-, os cientistas notaram que aquelas que relataram o uso de aspirina, outras drogas anti-inflamatórias não-esteroides, ou tylenol por pelo menos 15 dias no mês no período entre 1988 e 1990 apresentavam níveis de estrógeno de13% a 15% menores do que aquelas que não usavam esses medicamentos. De acordo com os autores, isso poderia ajudar a explicar a relação entre o uso de analgésicos e um menor risco de alguns cânceres.
Os especialistas destacam, porém, que a associação deve ser confirmada por outros estudos antes que esses medicamentos sejam recomendados para a prevenção do câncer, principalmente por causa da possibilidade de os riscos serem maiores do que os potenciais benefícios (a aspirina é associada a possíveis sangramentos no trato gastrointestinal, e o tylenol, a problemas no fígado). “Um teste randomizado que meça diretamente o impacto do uso de analgésicos poderia ser útil”, concluiu a pesquisadora Margaret A. Gates.
Fonte:http://blogboasaude.zip.net/
Por: Silvane Soares
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